Princípios
A abordagem complexa dos saberes locais, isto é, das compreensões e práticas distintas sobre o mundo natural , emerge do contexto de crise paradigmática da ciência moderna e da necessidade de abertura ao diálogo com outros saberes. Incluímos nessa categoria o patrimônio material e imaterial de coletividades que, desde seus territórios, buscam resistir e reafirmar suas identidades frente à modernização e racionalização de suas realidades . Parte-se, portanto, da necessidade de abertura ao diálogo com outros saberes; a abordagem complexa, nesses termos, deve possibilitar a compreensão do saberes locais sobre o mundo natural apoiando-se em na união de métodos e técnicas oriundos de outros ramos científicos (da psicologia, da antropologia, da sociologia, da linguística, da ecologia, da geografia, etc.) de forma a permitir a interpretação das narrativas (da ciência e dos sabres locais) acerca da subjetividades dos fenômenos espacial (o território da comunidade) e temporal (o tempo social e biológico) que configuram a sociobiodiversidade de territórios tradicionais e alternativos.
quarta-feira, 16 de novembro de 2022
terça-feira, 20 de setembro de 2022
Grupo de Pesquisa e Extensão Interconexões (UEPG), CASLA e CNPq desenvolvem Sistema Eletrônico de Certificação Agroecológica Participativa
O Sistema de Eletrônico de Certificação Agroecológica Participativa é resultado de o projeto "Núcleo de Estudos e Capacitação Sociotécnica em Agroecologia de Populações Tradicionais em Territórios Faxinalenses (C403031/2017-6), financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e executado pelo Grupo de Pesquisa e extensão Interconexões: Saberes, Práticas e Políticas de Natureza, sob a coordenação do Prof. Dr. Nicolas Floriani (UEPG).
O sistema eletrônico busca promover a democratização tecnológica para o processo de certificação participativa de garantia da qualidade de produtos e processos agroecológicos e orgânicaos e, consequentemente, a autonomia socioambiental de grupos organizados de agricultores familiares e de comunidades tradicionais em fase de transição agroecológica. O projeto faz parte do Programa Unitinerante: Universidade Itinerante pelos Direitos Humanos, da Natureza, Pela Paz e Bem Viver, coordenado pela Casa Latino-americana.
Confira o vídeo de divulgação
terça-feira, 16 de fevereiro de 2021
OFICINA DE FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO EM AGROECOLOGIA - NEA Territórios Faxinalenses
No dia 07 de Fevereiro de 2021, o grupo do projeto NEA Territórios Faxinalenses (Núcleo de Estudos e Capacitação Sociotécnica em Agroecologia) se reuniu nas localidades de Imbituva-PR, em uma das filiais da COODESAFI (Cooperativa de Desenvolvimento Sustentável da Agricultura Familiar de Ivaí) para a 1ª Oficina de Formação e Capacitação em Agroecologia.
Filial da COODESAFI em Imbituva-PR

Contamos também com a presença da Secretária de Agricultura do Município do Guamiranga: Cristiane Tabarro Borgo.
O professor Dr. Nicolas Floriani, coordenador do projeto NEA, aproveitou o momento para comentar mais sobre os critérios agroecológicos de produção.

terça-feira, 27 de outubro de 2020
PROJETO NEA Territórios Faxinalenses (Interconexões-CNPq) e Unitinerante realizam segundo Dia de Campo
Foi realizado no sábado, 24 de outubro de 2020, o Segundo Dia de Campo do Núcleo de Estudos e Capacitação Sociotécnica em Agroecologia de Populações tradicionais em Territórios Faxinalenses (NEA Territórios FAxinalenses).
O encontro de troca de saberes e sementes foi realizado na Unidade de Referência Agroecológica de Antônio e Cida Ostrufka, localizado na comunidade de Sete Saltos de Cima, Distrito de Itaiacoca, no município paranaense Ponta Grossa.
Presentes à reunião estavam os integrantes do Grupo de Pesquisa e Extensão Internconexões - Nicolas Floriani (UEPG), Cleusi Bobato Stadler (PPGG-UEPG), Bruna Santos (PPGG-UEPG) - os agricultores agroecológicos da Cooperativa de Desenvolvimento Sustentável da Agricultura Familiar de Ivaí (COODESAFI) - Antônio Silva, Genésio Walkzuki, José Eloir Scheidt, Natan E.Maizuk, Lucas Bilek, Dionei Santana, Antonio Silvestre Leite, Paulo Ricardo Leite e sua Presidente Claudia Regina dos Santos; os agricultores agroecológicos da Associação Solidária para Agroecologia de Ponta Grossa (ASAECO) - Antônio Ostrufka e Cida Ostrufka, e o engenheiro agrônomo e professor do Colégio Agrícola de Palmeira, Odair de Oliveira, e Jairo Bufoliski da Prefeitura Municipal de Imbituva.
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| Participantes do Dia de Campo, cujo traslado foi possibilitado com o auxílio da Prefeitura Municipal de Imbituva, parceira do Projeto. |
A primeira atividade do dia consistiu em realizar uma dinâmica de grupo em torno da Cartografia Participativa do Sistema Produtivo da Unidade de Referência Agroecológica, o que permitiu ao grupo entender o histórico de produção em cada parcela, as limitações da qualidade produtiva das terras, bem como um inventário da agrobiodiversidade local, da qual destacaram-se os adubos verdes de verão e de inverno e os microorganismos eficientes do ecossistema florestal.
| Em destaque, produto da fermentação dos microorganismos eficientes da terra do capoeirão da U.R. Agroecológica. |
A segunda atividade consistiu na turnê guiada às parcelas do estabelecimento agrícola, onde foram realizadas observações das propriedades físicas, morfológicas e biológicas das terras cultivadas conforme manejo agroecológico.
Observações dos atributos biofísicos e morfológicos das terras da UR Agroecológica de Sete Saltos de Cima - NEA Territórios Faxinalenese. Exposição do Eng. Agrônomo Odair de Oliveira
Após o almoço agroecológico, o grupo reuniu-se sob o teto do Galpão de Estudos e Treinamento em Agroecologia da U.R., onde os agricultores deram as notas aos solos observados, de acordo com os parâmetros considerados na prática anterior.
Dois assuntos importantes também foram discutidos no Galpão: a dependência às tecnologias de produção agroindustrial e a criação de circuitos alternativos de comercialização.
No que tange à questão da busca pela autonomia em relação às tecnologia e ao mercado, enfatizou-se a necessidade premente de se fortalecer parcerias em rede para trocas solidárias de sementes crioulas e de adubos verdes.
No tocante à questão das sementes crioulas, destacou-se a parceria com a ASP-TA e Coletivo Triunfo com o NEA Territórios Faxinalenses (NEA - TF) , quando da iniciativa de doar sementes crioulas de milho, feijão e de algumas hortaliças.
A doutoranda Cleusi Bobato Stadler (PPGEO-UEPG), pertencente à Rede de Guardiões de Sementes do referido Coletivo, enfatizou a necessidade de trocas e reprodução dessas tecnologias sociais entre os agricultores no sentido de estruturar o Banco de Sementes Crioulas da Rede criada pelos atores integrantes do NEA-TF.
Igualmente importante foi a intervenção da Presidente da COODESAFI, Claudia Regina dos Santos, que destacou a necessidade de dar publicidade ao projeto e aos seus parceiros institucionais para que juntos possam demandar de legisladores municipais e estaduais ações concretas de desenvolvimento rural ligados à promoção de políticas publicas includentes da agricultura familiar.
A presidente da COODESAFI cita, especificamente, a questão da apropriação da lei estadual que determina a obrigatoriedade da utilização de alimentação orgânica para merenda escolar de escolas públicas do Paraná, bem como outros mecanismos de incentivo à produção orgânica a partir de políticas de subsídio à produção e comercialização.
Nesse desafio, cabe à rede de atores agroecológicos pressionar os agentes políticos locais e regionais para garantirem a inclusão de grupos de agricultores familiares em transição à agroecologia nesse conjunto de políticas públicas, sob a pena de que estas sejam controladas pelos grandes empresários da área do agronegócio que têm se apropriado de tecnologias agroecológicas (e orgânicas) de produção para fins exclusivamente comerciais.
É uma realidade que o mercado tem se apropriado dessas tecnologias, seja produzindo insumos ou alimentos. No entanto, defendemos a ideia de que a agroecologia deve ultrapassar uma racionalidade estritamente econômica, abrindo-se às especificidades culturais, ecológicas e sociais de cada território, de onde emergem - de baixo para cima e conjuntamente com diversos atores regionais - projetos alternativos ao desenvolvimento rural.
Para finalizar o Dia de Campo, foram expostos os equipamentos e mudas de erva-mate comprados pelo Projeto NEA Territórios Faxinalenses com recursos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e cedidos à UR Agroecológica.
Por Nicolas Floriani
27 de outubro de 2020
segunda-feira, 20 de abril de 2020
Interconexões apresenta Relatório de Resultados e Produtos de Projeto de Extensão USF (2018)
- AÇÃO 1. ETNOGRAFIA DOS SABERES E PRÁTICAS TRADICIONAIS DA AGROBIODIVERCIDADE REGIONAL
- Inventário dos Saberes e Práticas de manejo da floresta comunitária, dos quintais agroflorestais e da lavoura (roça) nas comunidades beneficiárias;
- Inventário do Sistema de Organização Social e práticas de solidariedade: laços de compadrio com a existência de três modalidades de relações sociais: 1. de troca de dias de trabalho; 2. Troca de produtos; 3. mutirões de serviços.
- Identificação das principais lideranças comunitárias;
- Identificação de Redes de Atores Locais e Regionais Usuais e Potenciais;
- Fortalecimento da Marca (Selo da Agrofloresta Faxinaleses) e de novos engajamentos de Estabelecimentos Familiares das CRF-Q de Sete Saltos de Cima e Palmital dos Pretos, tal Rede de Atores Locais em comunidades tradicionais familiares foi doravante denominada pelo Grupo de Pesquisa Interconexões como Rede Sapê: Saberes agroecológicos de permanência, do qual passou a colaborar o Centro de Educação e Treinamento em Agroecologia (CETA);
- Incentivo à criação de Redes de Trocas de Saberes e Sementes Crioulas e Criação de um Banco de Sementes no CETA, por meio do incentivo à reinserção de produtos da Agrobiodiversidade Regional (sementes crioulas de lavouras temporárias - roças de toco) e plantas herbáceas medicinais de quintais e hortas;
- Implantação de Novos Sistemas Agroflorestais em onze estabelecimentos familiares em duas comunidades tradicionais (CRF Sete Saltos de Cima e CRFeQ Palmital dos Pretos). Tal ação deriva de uma cooperação entre Projetos de Pesquisa (Edital Universal CNPq, 2017) e o Projeto USF, a aparte da qual pôde-se incentivar a articulação com o CETA para o estabelecimento de uma unidade agroecológica de referência na região.
- Entre Organizações Sociais e Comunidades Tradicionais: Casa Latino-americana (CASLA); a Associação Solidária de Agroecologia de Ponta Grossa (ASAECO) e as comunidades beneficiárias; O Instituto Equipe de Educadores Populares (IEEP), Movimento Aprendizes da Sabedoria (MASA); a ASPTA e as comunidades beneficiárias deste Projeto.
- A CASLA, por meio de seu Projeto de “Unitinerante: Universidade ItInerante pelos Direitos Humanos, da Natureza, pela Paz e Bem Viver”,em cooperação com a Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), permitiu potencializar a articulação e engajamento das comunidades tradicionais mencionadas entre as Instituições de Ensino Superior do Estado, comunidades, agentes públicos municipais e estaduais, dando maior visibilidade, legitimando e fortalecendo as cooperações estabelecidas. A inserção das comunidades beneficiárias deste Projeto USF na Rede UNitinerante, possibilitou uma forte cooperação entre a Secretaria de Agricultura do Município de Rebouças (SAMR) e as comunidades beneficiárias (Salto e Marmeleiro de Baixo), o que resultou em promoção de oficinas de capacitação técnica em processamento de alimentos da agrofloresta faxinalense no Centro de Distribuição e Beneficiamento de Alimentos da Prefeitura de Rebouças. Não obstante, em que pese algumas reuniões estabelecias desde a primeira edição do projeto em (2017 e 2018) e uma reunião em setembro de 2019, no âmbito do Projeto Unitinerante (CASLA-SETI), em Itaiacoca, evidencia-se ainda uma fraca e inexpressiva cooperação entre a Secretaria de Agricultura de Ponta Grossa (SAMPG) e comunidades;
- A ASAECO, por sua vez, promoveu a articulação das lideranças comunitárias locais com a UEPG, promovendo feiras locais de trocas de saberes e produtos no CETA.
- A ASPTA teve destacada importância na promoção de feiras regionais, onde foi possível apresentar estandes dos produtos da Agrofloresta Faxinalense e divulgar a marca.
- Esta ação envolveu a participação dos colaboradores doutorandos do Grupo de Pesquisa Interconexões (UEPG), que aplicaram seus conhecimentos a fim de descrever e sistematizar informações relativas ao modo de vida (habitar e produzir) com o território.
- Especificamente, dos trabalhos conjuntos da equipe formada por uma pós-doutoranda e dois doutorandos do Interconexões, somados aos esforços dos técnicos do projeto USF foi possível coordenar o trabalho de cunho etnográfico , que possibilitou a elaboração do diagnósticos rurais participativos das comunidades beneficiárias, incluindo: mapeamentos participativos dos recursos agroflorestais (capoeirão manejado, quintais agroflorestais e lavouras faxinalenses) de três comunidades rurais: duas comunidades faxinalenses (Sete Saltos de Baixo e Marmeleiro de Baixo) e duas comunidades remanescentes de faxinais (CRF): Sete Saltos de Cima e Palmital dos Pretos, na região serrana de Itaiacoca, município de Ponta Grossa e no Município de Rebouças, Paraná.
- A produção de cartilha sobre patrimônio material e imaterial dos modos de produzir habitar e habitar, visando a formação de organizações de controle social. a cartilha sistematiza informações sistematizadas em diagramas e calendários da organização social e econômica (estratégias de manejo e uso dos recursos florestais frente as capacidade produtivas); principais produtos agrossilvipecuários e receitas de alimentos das famílias; levantamentos etnobotânicos na agrofloresta do criadouro comunitário e dos capoeiras manejados;
- O projeto USF, em parceria com o projeto “Das Territorialidades Tradicionais às Territorializações da Agroecologia: Saberes, Práticas e Políticas de Natureza em Comunidades Rurais Tradicionais do Paraná” (Edital CNPq Universal, 2017), com o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e o Centro de Educação e Treinamento em Agroecologia (CETA)- promoveu a implantação de SAFs de base ecológica em onze estabelecimentos familiares da região de Itaiacoca (localizada entre os município de Ponta Grossa e Campo Lago). Para tanto, esta ação incluiu as atividades de plantio de mudas de árvores nativas e de sementes crioulas de culturas de lavoura temporária em glebas de estabelecimentos familiares. Esta ação também possibilitou a formação de um Banco de Sementes da Agrobiodiversidade Regional e a construção da Estufa para produção de mudas de árvores nativas e reprodução de sementes de cultivos temporários.
- Valorização do modo de vida de comunidades faxinalenses por meio da divulgação de sua cultura, tradição, saberes, organização social, entre outros. grande aceitação dos povos tradicionais da universidade na comunidade;
- Envolvimento de parceiros institucionais externos a universidade durante o período;
- Adesão de novos projetos concomitantes ao projeto selo socioambiental “produtos da agrofloresta faxinalense”, como o “Programa UNItinerante: Universidade Itinerante dos Direitos Humanos, da Natureza, pela Paz e pelo Bem Viver (https://parlamentounitinerante.blogspot.com), “Das Territorialidades Tradicionais à territorialização da agroecologia em comunidades rurais tradicionais do Paraná” (CNPq, Universal 2016 Projeto “Das territorialidades tradicionais às territorializações da agroecologia: saberes, práticas e políticas de natureza em comunidades rurais tradicionais do Paraná” (CNPq.Universal 01/2016), Processo n. 431468/2016-8, Vigência: 09/08/2020).( http://terrasagroecologicas.blogspot.com).
- Desenvolvimento de pesquisas em nível de doutorado focados no desenvolvimento ecoturismo nas comunidades beneficiárias e projeto de implementação da agrofloresta nas comunidades tradicionais (em parceria com recursos de projetos aprovados pela CNPq, coordenados pelo prof. Coordenador do presente projeto USF);
- Publicações de pesquisas nas áreas de direitos humanos, educação e demais setores sociais, históricos e culturais:
- TOMASI, T. A.; PEREIRA, R.; FLORIANI, N. (Org.). Saberes-fazeres das comunidades tradicionais e rurais da Estrada da Lomba – Paraná (Itaiacoca/Ponta Grossa- Três Córregos/ Campo Largo). 54 p. EdUEPG: No prelo.
- FLORIANI, D.; FLORIANI, N. Ecologia das práticas e dos saberes para o desenvolvimento local: Territórios de Autonomia Socioambiental em algumas comunidades tradicionais do sul do Estado do Paraná, Brasil. (Artigo). REVISTA POLIS: NO PRELO.
- Criação de Redes de cooperação entre atores sociais regionais;
- Incentivo e Fortalecimento ao Protagonismo comunitário;
- Capacitação Técnica das Famílias Beneficiárias;
- Incentivo à Reprodução da Agrobiodiversidade Local;
- Sistematização de Informações sobre os Saberes, Práticas e Produtos Patrimoniais Locais.
- A inclusão das comunidades beneficiárias no Programa Extensionista UNitinerante (CASLA-SETI, 2019) que permitiu a ampliação das interações positivas entre as comunidades beneficiárias e o e atores sociais regionais. Em reunião da comissão acadêmica do Parlamento Unitinerante de Irati, no dia 12 de novembro de 2019, o Parlamento Unitinerante, representado pela Preferitura Municipal de Irati, do Programa, o Potgrmaa de Pós-graduação em Desenvolvimento Comunitário (UNicentro-Irati), A Casa Latino-ameriana, o Programa de Meo Ambiente e Desenvovliemto (MADE-UFPR) o Grupo de Pesquisa Interconexões (UEPG), traçaram estartégias conjuntas para, a partir da chamada pública da SRTI, viabilizar projetos conjuntos de desenvolvimento do Selo Faxinalensse, dando continuidade ao projeto mas atuais comunidades beneficiárias pela Programa USF, ampliando sua abrangência para o Faxinal dos Betim (Município e Imbaú (faxinal dos Betim).
- diálogo com Poder Público Municipal (prefeituras de Ponta Grossa e Rebouças) para o acesso a circuitos de comercialização em Feiras nas sedes urbanas dos municípios. Destaca-se que em houve interação efetiva como a Secretaria de Agricultura de Rebouças (disponibilização de transporte e local para realização de ofcinas e custeio para utilização de estande em feira regional) , ao passo que a Secretaria de Agricultura de Ponta Grossa a interação possibilitou iniciar o processo de negociação para a inclusão dos produtos faxinasses na feira de agricultores orgânicos da cidade.
- O diálogo com outras Instituições de Ensino Superior (UNICENTRO-Irati e IFPR-Irati) para o acesso futuro à ações de capacitação técnica em agroecologia e a circuitos de comercialização.
- O diálogo com outras Organizações Sociais regionais (Instituto Equipe de Educadores Populares de Irati e Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa - ASPTA) que possibilitou o acesso a circuitos alternativos de comercialização (Feira Regional de Trocas de Saberes e Sementes Crioulas);




































